quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Feudalismo(historia)

O feudalismo consiste em um conjunto de práticas envolvendo questões de ordem econômica, social e política. Entre os séculos V e X, a Europa Ocidental sofreu uma série de transformações que possibilitaram o surgimento dessas novas maneiras de se pensar, agir e relacionar. De modo geral, a configuração do mundo feudal está vinculada a duas experiências históricas concomitantes: a crise do Império Romano e as Invasões Bárbaras.

A economia sofreu uma retração das atividades comerciais, as moedas perderam seu espaço de circulação e a produção agrícola ganhara caráter subsistente. Nesse período, a crise do Império Romano tinha favorecido um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais. Isso ocorreu em razão das constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.


A ruralização da economia também atingiu diretamente as classes sociais instituídas no interior de Roma. A antes abrangente classe de escravos e plebeus veio a compor, junto com os povos germânicos, uma classe campesina consolidada enquanto a principal força de trabalho dos feudos. Trabalhando em regime de servidão, um camponês estaria atrelado à vida rural devido às ameaças dos conflitos da Alta Idade Média e a relação pessoal instituída com a classe proprietária, ali representada pelo senhor feudal.


O senhor feudal representaria a classe nobiliárquica detentora de terras. Divididos por diferentes títulos, um nobre poderia ser responsável desde a administração de um feudo até pela cobrança de taxas ou a proteção militar de uma determinada propriedade. A autoridade exercida pelo senhor feudal, na prática, era superior a dos reis, que não tinham poder de interferência direta sobre as regras e imposições de um senhor feudal no interior de suas propriedades. Portanto, assinalamos o feudalismo como um modelo promotor de um poder político descentralizado.

Presente de indicativo(espanhol)

El presente de indicativo se usa para expresar:

a) Hábitos del presente (presente habitual). Se acompaña de adverbios que indican frecuencia: todos los días, todas las mañanas, los domingos, etc.:
Todas las mañanas desayuno leche con cereales.

b) Condición presente:
Sé hablar ruso.
No sirvo para levantarme temprano.

c) Acción que se desarrolla en este momento. Equivale a la forma estar + gerundio:
Ahora cocino. (= Ahora estoy cocinando.)
Leo un libro que me han regalado. (= Ahora estoy leyendo.)

d) Futuro muy cercano. Normalmente con adverbios y locuciones adverbiales de futuro: mañana, después, la semana que viene, etc. Indica además confianza o seguridad en la realización futura de la acción:
Mañana tenemos que cantar en la iglesia.

Simple future(ingles)

O futuro simples é identificado pelo uso do auxiliar “will”. Nas frases afirmativas, esse auxiliar deve vir sempre após o sujeito. Ex.:

She will graduate next year. (Ela se formará no ano que vem).
Bob and Carol will travel to Japan next month
. (Bob e Carol viajarão para o Japão no próximo mês).
I will send you some Christmas cards.
(Eu lhe enviarei alguns cartões de natal).
It will rain a lot next week.
(Choverá muito na semana que vem).

Nas frases interrogativas, basta inverter o auxiliar, colocando-o no início da frase.

Will Jack come to Jill’s farewell party? (O Jack virá para a festa de despedida do Jill?).
Will you go to Susan’s wedding?
(Você irá ao casamento da Susan?).
Will they move to Ireland next year?
(Eles se mudarão para a Irlanda no ano que vem?).
Will the teacher give us some points for that extra exercise that we did?
(A professora nos dará alguns pontos por aquele exercício extra que nós fizemos?).

Para as frases negativas, deve-se fazer uso do “will not” após o sujeito da frase. Se preferir, pode-se utilizar a forma abreviada “won’t”.

She won’t sing at the talent show. (Ela não cantará no show de talentos).
I will not travel to England next month.
(Eu não viajarei para a Inglaterra no próximo mês).
We will not build a house.
(Nós não iremos construir uma casa).
He will not graduate on this semester.
(Ele não se formará nesse semestre).

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A lirica camoniana(portugues)

Os poemas çiricos de Camoes ficaram dispersos em livros de mao (coleçoes manuescritas) e só foram publicados postumamente em 1595 com o titulo de rimas.Essa primeira ediçao e as posteriores sempre ampliadas recolhem tanto a poesia do autor como poemas a ele atribuidos indevidamente.Até hoje os estudiosos se dedicam a definir um conjunto minimo de textos cuja autoria seja incontestavel.
O fato de muitos poemas nao pertenceram a Camoes nao diminui a grandeza do autor.Pelo contrario,atesta que bem cedo ja no seculo xvi sua importancia era reconhecida e sua obra imitada.Atribuiram-se a ele muitos textos escritos por outros em seu estilo dando origem ao que podemos chamar de tradiçao camoniana.
Como Sá de Miranda Camoes tambem cultivou a forma poetica tradicional chamada pelos renascentistas de [medida velha] e a [medida nova] o dolce stil nuovo italiano.Sua obra pode ser considerada uma sintese entre a tradiçao poetica portuguesa e as inovaçoes renascentistas.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Peste Negra(historia)

A peste negra ficou conhecida na história como uma doença responsável por uma das mais trágicas epidemias que assolaram o mundo Ocidental. Chegando pela Península Itálica, em 1348, essa doença afligiu tanto o corpo, quanto o imaginário de populações inteiras que sentiam a mudança dos tempos por meio de uma manifestação física. Assim como a Aids, a peste negra foi considerada por muitos um castigo divino contra os hábitos pecaminosos da sociedade.

Conforme alguns pesquisadores, a peste negra é originária das estepes da Mongólia, onde pulgas hospedeiras da bactéria Yersinia pestis infectaram diversos redores que entraram em contato com zonas de habitação humana. Na Ásia, os animais de transporte e as peças de roupa dos comerciantes serviam de abrigo para as pulgas infectadas. Nos veículos marítimos, os ratos eram os principais disseminadores dessa poderosa doença. O intercâmbio comercial entre o Ocidente e o Oriente, reavivado a partir do século XII, explica a chegada da doença na Europa.

O contato humano com a doença desenvolve-se principalmente pela mordida de ratos e pulgas, ou pela transmissão aérea. Em sua variação bubônica, a bactéria cai na corrente sangüínea, ataca o sistema linfático provocando a morte de diversas células, e cria dolorosos inchaços entre as axilas e a virilha. Com o passar do tempo, esses inchaços, conhecidos como bubões, se espalham por todo corpo. Quando ataca o sistema circulatório, o infectado tem uma expectativa de vida de aproximadamente uma semana.

Além de atacar o sistema linfático, essa doença também pode atingir o homem pelas vias aéreas atacando diretamente o sistema respiratório. Essa segunda versão da doença, conhecida como peste pneumônica, tem um efeito ainda mais devastador e encurta a vida do doente em um ou dois dias. Em outros casos, a peste negra também pode atingir o sistema sangüíneo. Desprovida de todo esse conhecimento científico sobre a doença, a Europa medieval explicava e tratava da doença de formas diversas.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Respeito aos idosos

Com o aumento do número de idosos, assim como o da violência urbana, o que se percebe é que Os idosos acabam ficando nas mãos de familiares ou cuidadores despreparados para o trato com esta população, uma rápida atuação nesse sentido fazer-se-ia necessária, envolvendo principalmente a parte cultural do processo, com palestras e auxílios , tentando assim minimizar essa falta de concientização populacional.

O velho não é bem-visto -nem sequer é visto- pela sociedade. Quem tem mais de 50 anos tem dificuldade para arrumar emprego, encontrar um parceiro quando está sozinho, ter um programa de lazer adequado e ser respeitado pelas crianças e pelos jovens. A palavra "coroa" deixou de ter um sentido carinhoso e passou a ser pejorativo. Ofende-se quem é chamado de "coroa", mas a mesma pessoa pode sentir-se orgulhosa quando o adjetivo escolhido.

Recentemente, pudemos ler a seguinte nota na revista "Veja": "Bruna Lombardi estrela a edição de março da revista "Vip" disposta a provar que uma cinquentona, com a genética e os ângulos certos, pode continuar a ser considerada mulher". O recado social é claro: depois dos 50, perde-se a humanidade e a cidadania. Se não admitimos envelhecer, faz sentido ignorar que é preciso ensinar crianças e jovens a respeitar os idosos.

Escondido até na denominação "terceira idade" ou "melhor idade"- não é apenas uma questão de bons modos. Respeitar o idoso é reverenciar a experiência de vida, o conhecimento, a sabedoria acumulada de quem viveu e aprendeu, de quem sofreu, de quem tem um passado e uma história, de quem colaborou com a construção desse mundo e de quem deu a vida a quem hoje é jovem. Respeitar o velho é preservar nossa memória, aceitar o futuro e reconhecer o passado.

educaçao para o trânsito

A educação deve começar cedo. A impressão que temos é que o indivíduo só começa a se preocupar com as informações sobre trânsito quando está na época de tirar a carteira de motorista. Aí todos começam a se interessar em tudo para passar , tudo muito rápido porque precisa da carteira. Aprende-se tudo de uma vez, tudo decorado, coisa que muito rapidamente se esquece.

Realmente, o trânsito faz parte de nossas vidas. Mas, infelizmente, a importância dada a este assunto não parece tão grande. Todos os dias assistimos reportagens na TV sobre acidentes no trânsito. Fala-se que aumenta a cada dia a quantidade de mortos, mas, tudo continua na mesma.

Nós já nos habituamos a ouvir, nos noticiários, sobre os acidentes, mas não conhecemos aquelas pessoas que morreram e então, tudo fica no esquecimento. Dentro de poucos segundos, já não sabemos mais sobre o que o repórter falou.

Pessoas morrem todos os anos, principalmente nos feriados prolongados. A pressa de chegar, a bebida alcoólica ingerida momentos antes de dirigir, a desatenção ao volante, os carros em péssimas condições de uso, estradas esburacadas, enfim, tudo leva a acidentes horríveis, muitas vezes, com crianças sendo vítimas de adultos irresponsáveis. E aí eu pergunto: o que falta? Educação no trânsito? Começar a ensinar sobre trânsito bem cedo?